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Arroz Doce e Canela

Arroz Doce, trata-se de um Blog com o objectivo de ser lido, tal como todos os outros... Mas o que distingue este mero espaço cibernético dos restantes é basicamente o facto do autor ser um bocado, digamos... esquisito... Mas que gosta de vós!!

Está tudo a Hashtaguizar

Oláá!! Eu sei que estou aqui novamente com a saudação do costume e que sou um grande tretas, mas eu gosto sempre de deixar uma saudação, não sejas tão rude comigo, eu podia começar aqui a mandar toda a gente ir para o bilhar grande, mas não o faço, porque essa expressão deixa-me curioso, bilhar é somente um desporto, o facto de ser grande ofende alguém? Então e se eu referir "vai mas é para  futebol grande", as pessoas sentiriam-se ainda mais ofendidas, visto que estamos a falar do "desporto rei"? Não sei, vai daí acabámos de descobrir um novo insulto, é por estas coisas que adoro escrever neste blog!! Vou deixar de divagar e vou direito ao assunto: #hashtags.

Eu não sou a pessoa mais social, reconheço isso, peço desculpa (ou não), mas serei o único a achar algo ridículo todo este mundo de jogos do galo antes de palavras? O símbolo Cardinal já era bastante conhecido muito antes de se tornar uma moda, nomeadamente para ver o saldo o telemóvel, mas mesmo assim este nada era sem a ajuda do *asterisco*, ou estrelinha para os amigos. Era uma vida bastante humilde, mas parece que este nome cada vez mais só serve para me fazer rir, seja no circo ou na internet (Victor Hugo Cardinale, o gajo do circo, desculpa, eu gosto de ter a certeza que me percebes... Abacaxi!).

Eu sei as funcionalidades principais da hashtag, facilitar a pesquisa e discussão de temas, melhorar a organização de conteúdos e ser usado por adolescentes com roupas de cores brilhantes. Percebo um pouco da existência de tal simbologia (estou algo farto de estar a procurar sinónimos de hashtags), não quero ser uma besta, essa intenção não existe, porém, não é por existir um forte significado e este ter uma razão para existir que não possa tornar isto um tema para achincalhar, achincalhar é uma palavra gira, tal como a leitora, se fores um chavalo, toma lá um bacalhau, para não te sentires à parte.

Ora, o hashtag, na minha opinião, torna as pessoas algo ridículas, pois parece que estas se tornam crianças que ainda estão a aprender a construir frases, ou nem isso, apenas limitam-se a usar palavras só porque sim. #Ridicularizar #SerEngraçado #Blog #BuéLouco #Alcachofras, sentiste-te estranho(a) neste momento? Desculpa, só quis demonstrar um exemplo... #Hashtags #torna #tudo #ridículo, #Também #dá #para #escrever #sem #os #usar #...

Desta forma apelo a todo o mundo que reduza um bocado isto das ou dos hashtags (sinceramente não sei o género do símbolo), não se metam em excessos pois ainda acabam por ter um acidente prejudicial no vosso vocabulário, é preciso tomar medidas, neste preciso momento, Paços Coelho está a ler a minha carta para proposta de multa para que use mais de três hashtags numa publicação... E provavelmente está a tirar uma foto àquilo e meter no twitter "#LOL #HatersGonnaHate", enfim, é o governo que temos...

hashtag_test.jpg

 

 Fig1. Duas linhas paralelas vertical e horizontalmente de forma perpendicular

 

Transparência

Olá. Quem sou eu? Uma pergunta simples que muitos fazem e respondem com respostas muito limitadas e vazias, como se retratassem de seres planos e sem entusiasmo àquilo a que chamam vida. Eu não fujo ao padrão, não porque não tenho os ingredientes para cozinhar a minha refeição, mas sim porque não me oriento numa direcção onde consigo concluir a resposta. Porém perco imenso tempo a debruçar-me à volta dessas 3 palavras de interrogação, bem que já tentei facilitar ao máximo, mas o resultado nunca me satisfez, como posso eu e outros facilitarem este problema complexo, podem ser escritos livros para descobrirmos quem realmente somos, onde todas as tintas que carregamos ficam registadas e nos tornamos transparentes, de nada serve uma simples palavra, não nos estamos a vender, estamos a dar-nos a conhecer.

Quanto a mim, posso dizer que não sou uma "pessoa ideal". Não sou ideal em nenhum universo. Tenho falhas, muitas delas até. Não sou um produto de excelência da sociedade, não sou um exemplo para ninguém, não sou um motivo de orgulho. Não me tomem por pessimista, eu apenas não sou de agradar aqueles que exigem ser agradados. Prefiro ser honesto comigo do que carregar máscaras para tapar o verdadeiro rosto do Sol que todos vêem.

Já cantei muito o fado, verdade seja dita, o mundo já perdeu todas as suas cores à minha frente, estive desligado no lado escuro, mas mudei de vida, pintei de novo o meu horizonte, o fado é lindo, mas para ser cantado e ouvido, não para ser guardado e sofrido, preferi voltar à dança e soltar-me de todas as âncoras. Para deixar aqui uma linha, não apanhei tudo o que há de mau para se pescar, o meu problema foi somente um, ter o coração distante da cabeça, é o problema quando fugimos demasiado da realidade, esta volta e deixa uma nódoa bem marcada. A dor que esta me deixou foi algo forte, andei devagar pelas ruas, tudo à minha volta eram sussurros, os meus olhos desesperavam por estar a ver a verdade. Começava os dias cansado e acabava-os a fraquejar.

Felizmente sou algo diferente, graças aos meus amigos, graças a mim, não sei se estou melhor mas sei que me sinto bem, o sol sorri para mim e sinto-me forte para enfrentar qualquer obstáculo. Quem sou eu? Não posso fazer esta pergunta pois é um oceano sem terra à vista, fico sempre à deriva. Sempre que surge tal ponto de interrogação lembro-me da fase negra, de algo que já fui, mas não quem realmente sou...

Talvez a razão para tal seja simples, talvez seja por não me querer moldar em algo pré-definido, talvez não tenho capacidade para responder, a única certeza que sei é que estou a viver cada dia fazendo de mim quem sou hoje, não quero ser nenhum herói, não estou aqui para salvar o mundo, porém não sei se preciso ou não de ser salvo, quem eu sou parece não importar muito... Por enquanto basta encarar o mundo com bons olhos e saber que qualquer dia pode ser aquilo que vem-nos à memória como uma frase batida:

"Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida" - Sérgio Godinho

Feliz 2014

Oláá!! Então mas o que vem a ser isto?! Ainda à bocado veio o 2014 e agora já vem o 2015?! Mas o que vem a ser isto?! Uma pessoa já não pode estar distraída que fazem logo esta brincadeira de mau gosto!! Já não se pode viver em paz e sossego?! Ainda por cima vai ser tudo a mesma coisa novamente, festa, fogo de artifício, espumantes, passas, euforia, por amor de de Deus, são 19 anos da minha vida a ter de já vús!! 

Hey! Na minha opinião isto é muito bom, por mim festejava-se todos os meses, aliás, podíamos festejar isto em Julho, assim aproveitávamos os calor e não celebrávamos tanto em cima do natal, porque o orçamento já está algo enfraquecido com todas as prendas, a não ser que sejam forretas, mas também se não gastam dinheiro em prendas, não vão gastar em festas.

Vou explicar o porquê deste meu tom de escrita, todos os anos é sempre o mesmo, atiram-nos com previsões cheias de brilhantes e purpurinas, onde vamos sair de crises, mariquices e varizes, as pessoas fazem promessas de uma atitude melhor e mais saudável, mas não passam de premissas de uma dezena de "bejecas", três Mojitos e um Mon Cherri em cima. Ainda estou para ver um dia alguém ficar bêbado de bom-bons com licor, deve ser espectacular.

Mas agora a sério, eu não fujo de tudo isso, também acredito sempre num ano melhor, porque não dá para acreditar que as coisas podem correr mal, porém, a realidade leva sempre a melhor, não acredites em 2015, acredita em ti, porque afinal de contas, vai ser só mais uma transição de um dia para o outro como tudo o resto. Não vale a pena fazer promessas e acreditar em algo melhor, pensar em cruzar metas ou escalar montanhas, é preciso somente acreditares em ti.

Todo este ambiente que vives não passa de uma falsidade, vês em todo o lado previsões, 2015's gigantes estampados a dourado em todo o lado, festas pré-planeadas onde dizem que tens de ir, tudo para festejar um novo ano cheio de artifícios, porém tu não vais nem deves festejar a chegada, mas sim a despedida, vamos todos festejar 2014, não é isso que realmente importa?! Celebrar as conquistas todas, tudo o que batalhámos, todo o trabalho! Que se lixe o futuro, não se pode celebrar algo que não existe ou existiu! Não atirem o ano fora, abracem-no! Que se lixe o que os outros dizem, neste caso eu apoio o umbigo!

Tenho de ir, já esgotei o stock de pontos de exclamação e tenho de ir comer uma salada de polvo, mas, se não for pedir muito, pensa um pouco sobre este post.

2014.png

Fig2014. 2014

 

 

Blog de Sucesso

Olá, aqui estou eu algo pensativo, depois de ler o post do Blog "Bolas, Pá". O que me deixa a mente irrequieta é saber o que é preciso para se ter um Blog de sucesso, vejo aqui no Sapo grandes Bloggers que fazem sempre Post's muito interessantes e agradáveis de se ler, sempre originais, são blogs que realmente cativam a atenção, o poder da escrita no seu melhor!!

Tenho de admitir que peco um pouco na inveja neste assunto, quem me dera também ser lido por muita gente, mas também quem não quer?! Não tenho um blog especializado em algo, sou muito generalista, tento fazer Post's mais humorísticos à minha maneira.

Sei que não sou um conhecido nesta comunidade de Bloggers, mas felizmente já tenho alguns seguidores que comentam e participam no meu Blog, o que é fantástico e nunca é demais agradecer por isso!! Já para não falar daqueles que infelizmente não têm o seu espaço aqui no sapo mas que me vão dando a sua opinião pessoalmente.

Na meu ponto de vista, para se ter um Blog com sucesso é preciso ser-se original e criativo, não vale de muito ter uma grande capacidade de escrita se formos tratar sobre assuntos que todos nós já ouvimos falar, é preciso colocarmos um pouco de nós em cada texto e pensar bem no que vamos escrever (ou não, às vezes nem é preciso pensar, é deixar a mente fluir).

Não sou a pessoa mais indicada para dizer o que é um Blog com sucesso, eu sei, apesar de achar que tenho sucesso à minha maneira, mas valerá mesmo isso a pena?... Não podemos ser grandes Bloggers na mesma independentemente dos seguidores que temos? Na minha opinião eu creio que basta sermos nós próprios, não é preciso tentarmos ser alguém, cada um é excelente à sua maneira, cada Blogger merece saber que tem valor no que faz, seja este profissional ou simplesmente um entretenimento.

Mas isto é o que eu penso... 

Kid-Confused.jpg

 

 

 

 

 

 

Quem Somos Realmente?

Olá. Para cada reflexão procura-se sempre uma resposta, sendo ela realizável ou não, queremos sempre uma resposta. O nosso pensamento pode ser um modo de fuga, um escape da realidade ou uma âncora que nos prende demais à gravidade do peso da vida. Pensar nunca é em vão. Pensar molda-nos e molda-os.

Não sou excepção, por vezes decido pairar na minha mente e nas estantes procuro um problema e tento simplifica-lo ou mesmo chegar a uma conclusão e enquanto penso o que será da Humanidade, surge um espelho à minha frente onde consigo ver uma reflexão exacta daquilo que sou e nisto surge uma pergunta, "quem sou eu?". Não se trata de amnésia pura, pois tenho a noção da minha identidade, mas de certa forma não sinto genuidade naquilo que vejo, é um sensação estranha.

Sei que, individualmente, só me desenvolvi a nível físico, tudo o resto com com influência ou ajuda de alguém. É assim com toda a gente, não sou nenhum caso especial. Mas isso deixa-me a meditar, como podem exigir de mim originalidade se não passo de uma mistura de valores e mentalidades que me foram impostas? Sei que não existe ninguém como eu, mas mesmo assim não me sinto genuíno.

Felizmente mantenho a calma, tudo à minha volta é resultado de cruzamentos, tenho noção disso. Começo a pensar quem é que me transformou naquilo que sou... "Família e Amigos" são as primeiras coisas que me vêm à cabeça, mas depois surgem "Filmes, Séries, Jogos, Marcas" todos estes e muitos mais criaram esta pessoa que agora escreve num ritmo filosofal. É incrível como estamos tão controlados pela sociedade. Eles conseguem fazer-nos naquilo que bem entenderem sem darmos por tal, isso deixa em mim algum receio...  "Serei mesmo eu aquilo que penso que sou?"

No entanto, não me arrependo de nada e, sinceramente, agradeço por me terem moldado desta forma. Sou feliz como sou, ou estarei iludido a pensar desta forma... Mas nada temo, sei que o tempo deixa-me experiência para seguir aquilo que desejo ser e alcançar, apenas tenho de me manter informado e não deixar-me levar por outros que desejam transformar-me para proveito próprio. Custa-me acreditar mas sei que se trata de uma grande verdade. Vivemos na palma da mão da Sociedade e assim será sempre, com valores e normas a cumprir, podemos escolher o nosso caminho mas Eles deixam os limites definidos.

Agradeço a todos que me fizeram naquilo que sou hoje, sei que não caminho sozinho e que estarão a acompanhar-me até ao fim.

Demonstra Amor, Pode Ser?

Oláá!! Estou intrigado com a raça humana, sempre fui muito observador de comportamentos da nossa espécie, gosto de enquadrar-me ao certo num mundo tão instável. Sem dúvida a mais clara conclusão que tiro dessas observações é sem dúvida a falta de amor, ou seja, como é muito mais "fácil" odiar em vez de realmente criar amizades.

Com todo o respeito à minha raça, nós conseguimos ser umas valentes bestas quadradas, repelentes uns dos outros. Não gosto muito de tais comportamentos mas, cada vez mais, com a experiência de vida que vou adquirindo, isso é mais evidente.

Muitas são as ocasiões em que estou com amigos meus e ao verem alguém, desconhecido de nossa parte, levam ao julgamento, gozando ou destacando defeitos, podem estar certos ou não sobre essa pessoa, mas porquê partir logo a matar? Será mesmo assim que devemos ver "os outros"?

Quantas vezes já não presenciei amigas minhas a falaram mal sobre alguém, bastando somente uma troca de olhares entre elas e a/o indivídua/o para gerar aquele "cochichar" naquele grupo cor de rosa...

Pergunto-me, para quê? Para quê ser assim? Somos todos raça humana, cada um tal como é, com seus defeitos mas também qualidades, capazes de comunicarmos uns com os outros, somos uma espécie que evoluiu bastante em cooperação, jamais chegaríamos aos dias de hoje se nunca tivéssemos ajudado uns aos outros, tornando-nos na espécie mais poderosa e dominante do planeta. Como conseguimos evoluir tanto em conjunto mas mesmo assim estereotipamos logo aspectos negativos em qualquer pessoa? Questiono-me como é muito mais fácil atirar uma pedra a alguém desconhecido em vez de dar um aperto de mão? Valerá a pena rodearmos de inimigos (ou hatters como dizem hoje em dia) sem nunca termos experiências negativas com esses mesmos quando os podemos ter como nossos "aliados"?

Tudo isto uma vasta panóplia de comportamentos que observo que me levam a tantas questões, talvez faça parte da nossa genética, talvez os tempos de hoje sejam propícios a afastarmos do desconhecido, talvez a compaixão esteja a tornar-se apenas um fenómeno em extinção, talvez apontar um dedo seja mais fácil do que acenar, talvez esteja na hora de começar a haver mais abraços...

Eu sou um mero Blogger que gostava de despertar este problema a ti, leitor/a, posso não ser muito influente nesta cadeia de Blogs, mas vale a pena reflectir sobre o assunto.

 

 

Uma Questão de Calças

Olááá!!! Como estão? Se responderam eu agradeço o vosso esforço mas lembra-te que isto é um Blog, eu não consigo ouvir a tua resposta... Mas o mais importante é que participas-te e isso torna-te uma boa Pessoa, obrigado, este Post é para ti!!

Ainda à uns dias tive um pensamento daqueles que ocorrem em situações totalmente aleatórias, um pensamento que levanta uma questão muito difícil de ser respondida, quer por nós, quer mesmo por outros!!

Calças, toda a gente sabe o que são calças, peças de roupa sem utilidade nenhuma, existem apenas para existir, porque ninguém gosta de calças, o mundo quer é pernas à mostra. Estou a brincar, não é preciso começarem a queimar as gangas e sair à rua de pernas ao léu... mas deves ter feito isso de qualquer maneira por isso... continuando...

Sim como podem já ter concluído, o meu pensamento derivou para calças, uma questão de calças, acabei de citar o título por isso creio que sou engraçado.

Tudo isto aconteceu após terminar o meu duche matinal e olhar para a minha roupa, ténis e calças manifestaram a minha mente, um existe e o outro tem um verbo, eis a primeira questão:


- Porque Vestimos Calças e Calçamos Ténis? É um paradoxo autêntico que pode provocar moça na nosso cabeça, quem está certo? As calças ou os ténis? é como a questão da galinha e do ovo. quem nasceu primeiro, as calças ou o verbo calçar? Não poderemos calçar calças? Parece um caso de irmãos separados à nascença.


Existem várias formas de calças e vários tipos, tal como nas outras espécies, temos diversas peças para vestirmos as nossas pernas, mas mais uma vez existe um problema por resolver e este advém de português, uma problema de diminutivos e aumentativos:


- Porque é que os Calções, sendo menores que as calças, se chamam chamam Calções? Não deveriam chamar-se Calcinhas? Podem parar de pensar em Zebras? Agora que estão a pensar em Zebras, irei retomar o meu raciocínio. Não existe mais raciocínio que isto. Pensem bem nestas coisas, talvez TU serás o escolhido para resolver este problema...

 

 

Fig1. As Calças

 

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