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Arroz Doce e Canela

Arroz Doce, trata-se de um Blog com o objectivo de ser lido, tal como todos os outros... Mas o que distingue este mero espaço cibernético dos restantes é basicamente o facto do autor ser um bocado, digamos... esquisito... Mas que gosta de vós!!

Prendas de Natal (video)

Olááá!! Eu sei que estou uns dias atrasado para escrever sobre este tema e que tudo isto já está muito fora de contexto, o pessoal quer é festejar passagens de anos e comprar ceroulas nos saldos, eu sei! Mas não podia deixar de partilhar as minhas prendas de natal as todos os leitores.

Já agora vamos contar as vezes que aparece a expressão "dá sempre jeito".

 

 

 

 

Dificuldades Natalícias

Oláá!! É Natal, cheira mal, alguém descuidou-se. Desculpem, não é assim a música, mas mesmo assim acho que é bem melhor que a original. Não não é. Eu sei. Já chega de usar tantos pontos finais e "nãos", porque assim fica uma introdução um bocado confusa e esquisita, eu podia simplesmente apagar tudo e voltar a escrever, mas não o vou fazer, porque está frio (what?!).

Para muitos o natal é uma época de muito amor e partilha, mas para mim não. É uma altura de grande stress, pois leva até ao limite o meu poder de decisão, eu já tenho 19 anos, já não tenho um desejo enorme em ter Legos que saíram em Dezembro ou de jogos para a nintendo DS ou playstation 2, nem tenho desejos por ter roupa nova pois a que tenho serve-me perfeitamente, é chato!! Quando me perguntam "o que queres para o natal?", eu já não sei responder!! Fico em dificuldades e às vezes digo algo aleatório só para despachar "podem ser umas cuecas com padrão de cebola...", eu nem gosto de cebola!!! Aaaaah!!!

Nunca pensei que isto fosse um problema, na maior parte dos casos dão-me a prenda mais simples de todas, dinheiro, dá sempre jeito, mas de certa forma fico algo triste por já não ter em mim aquele sentimento de natal de receber coisas novas, tornou-se um mero dia de férias onde recebo coisas.

Não sei bem se isto se trata de algo bom ou mau, visto que estou a criticar o meu lado materialista, pois já aprendi à algum tempo que as prendas não são o natal, eu nem sou religioso, podia nem comemorar esta data mas o conceito de estar em família e de estarmos todos reunidos é sem dúvida aquele a que me pego para celebrar esta data.

Se estás a ler este post e que quiseres oferecer uma prenda, dá-me um "comentário cheio de canela" pode ser? Obrigado!!

Dizem que são "Promoções"

Olááá!! Epá muito bom!! Adoro quando chega a época das promoções e dos saldos, posso comprar tudo a um preço mais barato e ficar com aquele sentimento de "valeu a pena" depois de perder uma notas.

Mas há limites. Existem promoções que deviam de estar quietas... Não sei se já viste o novo anúncio da Fnac, onde fazem um grande apelo a um smartphone todo janota. Essa promoção... ESSA PROMOÇÃO É RIDÍCULA!! Eu acho o anúncio muito bem feito, boa música, diálogo apelativo, cores bem trabalhadas, mas o fim mancha completamente tudo.

Deixo aqui para verem, quando dizem que um produto vale menos de 200€, podiam ao menos ter baixado mais do que 10 cêntimos...  Estão a gozar de forma subtil connosco!

 

Algumas Pegadas

Olá. Hoje escrevo com o objetivo de me refugiar, não só do frio que me vai gelado o sangue mas igualmente da minha cabeça que decidiu encher-se de pensamentos de todo o meu caminho, caminho este que já teve inúmeras formas, desde uma simples linha reta, um círculo interminável, ondulações algo turvas e outras vezes simplesmente assumiu-se como labirinto. A vida é certamente algo inconstante e rebelde.

Neste começo de natalícia, o espírito de partilha apoderou-se de mim, talvez seja culpa das ruas iluminadas ou da predominância dos tons vermelhos nas montras, o Natal é sempre uma época de reflexão, todos os valores nele incutido pairam no ar e vive-se uma época de paz física, digo física pois a pobre cabeça não tem descanso. Desta forma irei contar-te um pouco da minha caminhada.

"Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido." - Fernando Pessoa

Gosto da minha vida. Não mentirei. Posso não ser alguém que prova constantemente o sabor do sucesso, aliás, a acidez da derrota já nem me consegue corroer e dessa forma, vou deixando o meu queixo num ponto alto que permita ver o meu trilho. A vida gosta de pregar as suas partidas, existe sempre um pedra que nos vai fazer tropeçar, estou ciente disso, já tive lições mais do que suficientes para entender isso e felizmente fui aprendendo.

Eu tenho emoções, consigo ser uma pessoa emotiva, às vezes fico pasmado por não me conseguir controlar, isso por vezes foi o meu grande defeito, pois não consegui definir um objetivo, não fui sereno. Nisto posso já afirmar, nunca devemos ser emotivos na totalidade, pois as emoções podem tornar algo um valor pessoal e o que nos é querido, pode ser uma cicatriz futura. O meu grande exemplo para tal trata-se de uma daquelas histórias lamechas onde um adolescente descobre um pouco do "amor", a minha cegueira era tal que nem me deixou se quer precaver, caminhava a passos largos numa ponte estreita, por cima de um abismo. Um simples desinteresse por mim causava-me um grande estrago, o tempo veio assim ditar um estranho desenlace, não sei se fui atraiçoado, mas senti-me traído, mesmo sem ter certeza, por algo que nunca chegou a existir...

Já observei o poder da fama como elemento corrupto naqueles que me acompanham, pessoas que outrora já pude guarda-los na gaveta da amizade que se tornaram repulsivas, como uns bons anos não fossem tempo suficiente para se manter uma boa amizade, afastaram-se de mim pensando que não os estava a ver. Dessa forma consegui logo ver o quão estragada fica a humanidade, quando se procura popularidade.

O insucesso não está à parte de mim, já tinha contado eu sei, mas nunca deixa de ser frustrante quando leio os livros do meu passado e vejo algo em que tanto me dediquei, cada treino sempre pingando gotas de suor e nunca ser visto como alguém prestável para aquele que decidia a equipa, mesmo quando cá fora ninguém percebia o porquê de não estar o miúdo em campo. Custa, mas felizmente já não me pesa.

Hoje sou um indivíduo mudado, diria até experiente, mesmo não tendo idade para dizer isso, creio que posso dizê-lo com toda a certeza. De certa forma, posso agradecer por todos os que me vincaram dobras permanentes como numa folha de papel, pois tornaram-me em quem sou hoje, mais liberto e consciente de tudo, a minha caminhada vai seguindo, sei que estou no sentido certo e que todos aqueles que ainda me acompanham são um tesouro que devo proteger com a minha vida. No meio de toda esta mixórdia, gostaria de terminar citando uma célebre frase de Lavoisier, "nada se perde, tudo se transforma", eu já me vi como um caso perdido, mas na verdade nunca estamos perdidos, às vezes basta só mudarmos de faixa, tudo depende de nós próprios.

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